Edifício Jardim de Viana do Castelo

COMUNICADO DA ANP


Perante os insólitos acontecimentos ocorridos em 25 de junho de 2019, aquando da tentativa de, ilegalmente e à força, querem escorraçar do seu próprio domicílio os proprietários do Edifício Jardim, a ANP emitiu o seguinte Comunicado de Imprensa

 

   pigmeus unem-se para fazer tombar o Gigante

 

A Direção da ANP-Associação Nacional de Proprietários reitera todo o teor da mensagem de solidariedade e repúdio,enviada em 8 de fevereiro de 2018 aos moradores do Edifício Jardim, que se transcreve:
   


“Tendo recentemente a ANP sido contactada pelos proprietários particulares do Edifício Jardim (Prédio Coutinho), em Viana do Castelo, apreciou-se a situação atual do imóvel, tendo-se decidido por unanimidade enviar aos  proprietários particulares do Edifício Jardim, o seguinte voto de solidariedade e repúdio:

A Associação Nacional de Proprietários está solidária com os proprietários privados do Edifício Jardim e considera inadmissível que, com efeitos retroativos, se detetem eventuais dissonâncias arquitetónicas ou estéticas, e não de segurança ou de clandestinidade na construção, que levem à destruição forçada do edifício. Qualquer que seja a opinião técnica, não se pode reescrever a história e apenas daqui para a frente, em novas construções, se podem vir a aplicar os conceitos de beleza atuais, que muito provavelmente não serão os critérios do porvir. Cada época é uma época e o Edifício Jardim, tal como outros espalhados pelo território nacional (e até mesmo na própria cidade de Viana do Castelo), representa a construção que, à data em que foi construido, se julgava ser a que mais modernidade dava à urbe. Por esses caprichosos critérios, provavelmente, mais de metade de Portugal seria hoje arrasado  e  apenas

 

por teimosia se pode persistir neste bota-abaixo, que se repudia.

Lamenta-se que se tenha chegado ao extremo de impedir a livre circulação e acesso aos bens que se encontram dentro dos apartamentos e bloquear os legítimos proprietários dentro das suas próprias casas de morada de família, em que residem pessoas idosas, algumas com 90 anos de idade, através da mudança dos canhões das fechaduras, expediente que nem sequer é usado em relação a ocupantes ilegítimos de propriedades alheias e inclusivamente privando os moradores de água, um bem essencial que lhes foi cortado pelos Serviços Municipalizados de Viana do Castelo.

 

 

A informação tem muito que se lhe diga e nos seus bastidores passam-se coisas muito esquisitas.

 

FIM

   

 

 

 

 

 
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